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História

A Fundação de Prevenção e Apoio à Pessoa com Câncer – Pró-Curar-Se surgiu em outubro de 1999, a partir de um abaixo-assinado solicitando aos órgãos competentes o funcionamento de uma clínica oncológica. Maria das Dores Soares Caixeta, Maria das Graças Silvério e Marluce Martins dão início então ao sonho de criar uma associação que pudesse dar apoio emocional e psicológico aos portadores de câncer.

A partir de então surgiu o Grupo de Terapia da Fundação, no qual suas fundadoras se reuniam com os pacientes para dividir experiências sobre a doença e o tratamento. Em 21 de fevereiro de 2002 adquiriu o título de pessoa jurídica de direito privado e de fins não lucrativos, de assistência social e com autonomia administrativa e financeira.

Em 2009, com a chegada da Clínica Oncológica AZ do Noroeste em Patos de Minas, um grande número de pessoas carentes dos 32 municípios da região passou a ser encaminhado a esta clínica, ampliando a necessidade de assistência às mesmas por parte da Pró-Curar-Se, funcionando também como abrigo para essas pessoas.

Fundadoras

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Sônia Fernandes Marafon - Presidente do Conselho Curador / Pró-Curar-Se Marli Rabelo de Morais - Diretora Executiva Voluntária / Pró-Curar-Se

Depoimentos

Sônia Fernandes Marafon - Presidente do Conselho Curador / Pró-Curar-Se

" A importância do meu trabalho na Pró-Curar-Se, é simplesmente sentir e ver a alegria dos pacientes que são acolhidos e protegidos com a assistência recebida pela Fundação."

Marli Rabelo de Morais - Diretora Executiva Voluntária / Pró-Curar-Se

" Dar um sentido a minha vida. Foi com esse pensamento que eu comecei há 13 anos a procurar algo que me fizesse sentir útil e mais humana. Procurei algumas entidades na cidade para ajudar, mas não era o tipo de trabalho voluntário que me tocasse o coração. Ouvindo pelo rádio a fala de Marluce Martins dando o seu depoimento de como ela estava preocupada e sensibilizada com os pacientes com câncer em tratamento em BH, falando das dificuldades e sofrimento que eles passavam imediatamente algo de diferente aconteceu dentro de mim. Logo pensei: aí está! É isso que vou fazer. Como minha mãe faleceu de câncer aos 47 anos em 1978, eu me decidi sem ao menos saber como faria. Eu só tinha uma certeza: eu o faria por ela, minha mãe Maria Madalena Rabelo. De lá para cá muitas coisas aconteceram. Conheci muitas famílias em desespero, aflição, sofrimento e desesperança. Mas, também conheci muitas famílias na luta, na confiança e na fé. Reconheço que hoje sou uma pessoa melhor, mais humana, mais solidária, que coloco o paciente com câncer e seus familiares no topo do meu carinho, da minha atenção e do meu amor. Só quem se entrega verdadeiramente e desinteressadamente entende o que eu falo. Acredito estarmos aqui de passagem, e que daqui nada levaremos, só os nossos atos e obras. Estamos aqui para aprendermos a sermos melhores. Não vejo sentido algum, seguirmos em frente e não estendermos a mão para o outro. Agora posso dizer com toda a certeza do meu coração: Minha vida tem sentido, e faz sentido o que eu faço. UM ATO DE AMOR, ALIVIA A DOR. "

Galeria de Fotos

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